Impressões sobre o filme: Lovelace

Lovelace é a cinebiografia da estrela do pornô dos anos 70 Linda Lovelace, de Garganta Profunda (Deep Throat, 1972). E foi ele que eu decidi assistir esse final de semana.
Já tinha ouvido falar do filme pela atuação da Amanda Seyfried, e pelo atrito que rolou na mídia pela disputa do papel entre ela e a Lindsay Lohan (que convenhamos, não está em condições de protagonizar filme nenhum).

Sem mais delongas, vamos a ficha técnica:

amanda-seyfried-lovelace-poster

 

Título: Lovelace
Origem/Ano: EUA, 2013
Direção: Rob Epstein e Jeffrey Freidman
Roteiro: Andy Bellin, Merritt Johnson
Elenco: Amanda Seyfried, Peter Sarsgaard, Sharon Stone, Robert Patrick, Hank Azaria e Wes Bentley.
Gênero: Drama

Duração: 93 minutos

Do que se trata?

O filme conta a história de Linda Lovelace (Amanda Seyfried), atriz que foi abusada pela indústria pornô a mando de seu marido opressor Chuck Traynor (Peter Sarsgaard) e ficou mundialmente conhecida ao protagonizar Garganta Profunda (1972). Mais tarde, tornou-se ativista contra a indústria pornográfica.

Minhas Impressões

Esse não é o tipo de filme que eu costumo ficar empolgada ao assistir, mas achei que valeria a pena disponibilizar um tempo para, devido a história que se mescla ao momento da revolução feminina dos anos 70.
Lovelace  aborda o período mais dramático da vida de Linda Susan Boreman (1949-2002), dos 21, quando conheceu Chuck Treinor (Peter Sarsgard), aos 23 anos, quando dele se libertou. Com ele, sofreu humilhações, abusos sexuais de toda ordem (chegou a ser vendida para uma orgia com cinco homens), torturas e ameaças de morte. O enredo de Andy Berlin vai um pouco mais adiante, ao início dos anos 80 com a publicação de “Ordeal”, autobiografia da atriz, que até hoje não foi publicada no Brasil.

O roteiro foi muito bem trabalhado, o que me surpreendeu bastante. Até a metade d filme, mostra-se a aparência sedutora da fama repentina. Na segunda parte, os bastidores vêm à tona a partir da primeira perspectiva.
A questão intrínseca a Lovelace é a libertação sexual feminina. Nesse movimento, a mulher livre e a mulher objeto se confundiram muitas vezes aos olhos de ambos os sexos. Linda jogou luz ao debate pela forma mais difícil: sendo usada. Se era tão inocente quanto o filme mostra, já é outra história.

amanda-seyfried-and-peter-sarsgaard-in-lovelace
Vale a pena, Mona?

Vale! O filme tem lá seu clichês e não se mantém empolgante o tempo todo, mas vale ser visto pela forma interessante de desenvolvimento da narrativa e estética notável ao contar uma boa história. Além disso, foi criativo para desviar de cenas de sexo explícito que não fariam tanto sentido no drama.

Nota Final

heart

 

E você, já assistiu? Me conta o que achou do filme nos comentários !

Um beijo e até a próxima ;)

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4 Respostas para “Impressões sobre o filme: Lovelace

  1. Oiiee! Tô passando pra contar que mudei a plataforma do blog pra WordPress.org (super recomendo) e pra você entrar lá e cadastrar o seu e-mail no nosso mailling.

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    E ah.. eu já assisti e postei uma resenha sobre esse filme no Segredos de Patchouly. Depois vê lá hehe eu curti!!

    Beijinhos!

O que achou do post? :)

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